terça-feira, 16 de março de 2010

O VENDEDOR DE SEREIAS








O Vendedor de Sereias


Por: Robério Santos




Um saco preto repousava às margens do Rio Sergipe. Nele estava escrito “perigo”. Não que houvesse perigo na bolsa, mas a sacola era de algo que num passado longínquo carregava dramaturgia venenosa. Por perto nada de amedrontador, só um mau cheiro cadavérico que assolava o local. Fui chegando perto do saco, cortei-o e vi o que tinha dentro. Era terrível a forma que aquilo estava disposto no meio do nada. Pedaços de humano (dava para se ver uma mão e uma orelha) e cabeças de peixes se misturavam numa gosma podre e fedorenta. Começava ali naquele instante o início de uma caçada implacável ao Vendedor de Sereias, personagem folclórico de nossa Itabaiana que nunca foi encontrado, mas, existiu de verdade. E para que saibamos mais sobre o caso tenho que me apresentar e narrar meus personagens. Não confie em mim, sou um tolo, porém não consigo evitar a traição.



Eu li e recomendo, é uma história misteriosa e muito interessante de se ler, a cada página uma mágia, uma curiosidade, um encantamento, uma emoção, viagem na suspensa história do homem e sua carne mistériosa, tenho certeza que vocês irão adorar assim como eu.


Número de páginas: 122
Peso: 254 gramas

Edição: 1 ( 2010 )

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Alidiney Aguiar Borges, estudante de Direito.


Aracaju - SE.